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MS no IV Congresso Brasileiro de Psicologia

Os impactos da Psicologia na sociedade brasileira e as relações políticas da ciência e da profissão foram discutidos entre os dias 19 e 23 de novembro, em São Paulo, durante o IV Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência e Profissão (CBP).

O evento, realizado pelo Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira, é composto por 23 entidades da Psicologia, e tem o objetivo de transformar o congresso em um espaço para o diálogo da diversidade da Psicologia no Brasil; ser lugar para o encontro da ciência e da profissão, permitindo uma contribuição significativa na produção dos saberes e fazeres da Psicologia, bem como, atuar no desenvolvimento da identidade dos psicólogos, divulgando e debatendo todas as questões, abordagens e construções da Psicologia. 

O Conselho Regional de Psicologia de Mato Grosso do Sul (CRP 14/MS) participou mais uma vez do CBP, contribuindo com nove atividades da programação oficial do evento, sendo dois “Como Eu Faço”, três “Falando Sobre” e, quatro “Mesas Redonda”. Ao todo, 19 psicólogas e psicólogos do Estado apresentam e participam dessas atividades.

Para a presidente do CRP 14/MS, Norma Celiane Cosmo, Mato Grosso do Sul enviou uma verdadeira delegação ao Congresso, destacando a envergadura dos(as) profissionais do Estado na produção técnica, científica e profissional para a Psicologia do Brasil. 

"Trata-se do mais  importante evento da Psicologia Brsileira visto reunir  pesquisadores, trabalhadores profissionais  e acadêmicos  de todas as  regiões do Brasil e da América Latina  para discurir as  diversas e variadas produções  da Psicologia, a partir das diversas  modalidades de  apresentação dessas  produções. Um Congresso como esse o CRP 14ª faz-se presente , por meio de seus  conselheiros e conselheiras e pelo  apoio direto aos  colaboradores aos  quais,  por meio das  comissões existentes no âmbito do  Conselho Regional, têm originado produtos  de  grande relevância para a Psicologia  de  Mato Grosso do Sul,seja nas discussão relativas  aos aspectos  éticos e técnicos da profissão, seja  relativas as  temáticas   do mundo do trabalho,  das  políticas púlbicas e à  formação  profissonal. Mato Grosso  do Sul  apresenta  uma  gama  variada de  trabalhos  que  vale a pena conferir".

 

A programação do CBP ainda contou com Conferências, Minicursos, Pôster, Simpósio, entre outras atividades. A cerimônia de abertura foi realizada no Anhembi Parque e, as demais atividades sediadas na Uninove – Campus Memorial, na Barra Funda, em São Paulo.

 

Confira a participação da Mato Grosso do Sul, na programação do IV CBP:

 

 

COMO EU FAÇO

 

TEMA: Saúde mental indígena: o que é necessário para tornar-se possível?

Agenda: dia 20/11, às 10h30, na  Sala 503

Autor: Giovana Guzzo Freire

Resumo: Relato de experiência de trabalho da psicóloga, responsável técnica em saúde mental indígena do Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul (DSEI-MS). Os assuntos abordados referem-se ao modo de assumir a gestão, sobre os processos de trabalho e ações desenvolvidas para melhorias do serviço, breve descrição do planejamento, monitoramento e avaliação do serviço em saúde mental para a população indígena no estado, discussão sobre o comprometimento organizacional da equipe, realização de capacitação e eventos fomentando a educação permanente e treinamento em serviço, dificuldades e desafios encontrados assim como possibilidades de soluções destes, durante o período o qual iniciou o trabalho em maio de 2013 até a atualidade.

 

TEMA: A Psicologia Junto aos Povos Indígenas

Agenda: dia 20/11, às 14 horas, na Sala 531

Autor: Tanise de Oliveira Fernandes

Resumo: A população indígena tem conquistado cada vez mais espaço de atuação na sociedade. A ampliação da participação destes povos tem transformado seus próprios modos de vida, assim como da população não indígena. Tal movimento tem se manifestado de modo complexo em temas como a territorialidade, interculturalidade, direitos destes povos, entre outras questões. Nesse sentido, diversas políticas e ações no Brasil têm atuado com a proposta de garantir os direitos fundamentais desta população, considerando a particularidade e especificidade destas culturas/etnias. No estado de Mato Grosso do Sul, na cidade de Dourados, encontra-se a segunda maior população indígena do país, dado este que define a complexidade desta região. Com a proposta de tratar acerca da realidade da saúde indígena, o presente trabalho irá debater o encontro da Psicologia com a cultura indígena, sobre a atuação da ciência psicológica no âmbito da saúde destas populações, suas dificuldades e experiências positivas, articulando uma discussão juntamente com a experiência da Residência Multiprofissional em Saúde, com ênfase em Saúde Indígena, vinculada a Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD.

 

 

MESA REDONDA

 

TEMA: O Compromisso Social da Psicologia e a Redução da Idade Penal

  • Agenda: dia 21/11, às 14 horas, na Sala 307
  • Coordenadora: Simone Grisolia Monteiro – CRP14MS
  • Autor 1: Simone Grisolia Monteiro – “A Psicologia nas medidas socioeducativas: uma reflexão sobre a subjetividade do adolescente, o seu PIA e o tempo”.
  • Autor 2: Eliane Auxiliadora Espíndola – “Redes de Proteção à Criança e ao Adolescente: “Fragilidades que Fragilizam”
  • Autor 3: Sandra Maria Francisco de Amorim – “Adolescentes perigosos ou adolescentes em perigo?”

Resumo: No Brasil a instituição da Doutrina da Proteção Integral, materializada na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente, produziu mudanças paradigmáticas na sociedade e no desenvolvimento das políticas públicas. Entretanto, constata-se que a visão “menorista”, pautada na Doutrina da Situação Irregular, ainda pode ser identificada em diferentes contextos na sociedade brasileira, especialmente no trato dos adolescentes em conflito com a lei. O clamor social pela redução da maioridade penal como uma “saída” para as questões da violência, a “demonização” e “patologização” das condutas dos adolescentes, são exemplos de convocações ao exercício da responsabilidade social das (os) psicólogas (os). Não se trata simplesmente de convocar a “militância” das (os) profissionais, mas sim o compromisso social de transformação da realidade, tendo como referência a Psicologia como ciência e profissão. As reflexões propostas partem da análise de contextos envolvendo adolescentes em conflito com a lei, com embasamento em referências éticas, teóricas, técnicas e políticas da Psicologia.

 

 

TEMA: O olhar do profissional psicólogo e da sociedade sobre sua atuação e contribuição nos processos de trabalho

  • Agenda: dia 20/11, às 14 horas, na  Sala 404
  • Coordenadora:Jaciane Terezinha Rodrigues Vieira
  • Autor 1:Eveli freire de Vasconcelos – “Formação Acadêmica em POT”
  • Autor 2:Jaciane Terezinha Rodrigues Vieira – “Contribuição dos psicólogos organizacionais nos processos de trabalho”
  • Autor 3: Giuliana Elisa dos Santos – “Mudanças: condições necessárias para analisar, refletir e produzir conhecimentos da práxis do Psicólogo Organizacional e do Trabalho”

Resumo: No Brasil um importante movimento em torno da formaçãoe prática em psicologia vem acontecendo. No Mato Grosso do Sul não é diferente. Naúltima década muitos debates vêm ocorrendo o que contribuiu para que ConselhoFederal de Psicologia se preocupasse em firmar um eixo de trabalho para identificar ediscutir as contribuições éticas, políticas e técnicas nos processos de trabalho, ondeestão inseridos os psicólogos organizacionais.

Esta mesa pretende apresentar umaanálise do levantamento da situação laboral do psicólogo organizacional e do trabalhodescrevendo o modelo de atuação na qual suas práticas são pautadas.Apresentaremos as frentes atuais e novas frentes de atuação e demandas, tanto sob aperspectiva do profissional psicólogo quanto de seu empregador ou tomador de seusserviços. Consideramos que um dos objetivos da formação seja capacitar o psicólogopara acompanhar criticamente as constantes mudanças e inovações no campo dapsicologia, instrumentalizando-o para avaliação constante sobre sua prática. Paratanto,prática será definido aqui como efeito de fazer,ato ou ação de transformar osconhecimentos em recursos de aplicações.

A exposição está dividida em três partes. Aprimeira apresenta um breve resumo das relações entre formação e prática napsicologia atual no Mato Grosso do Sul. A segunda detém-se na análise dosresultados do levantamento de dados quantitativos e qualitativos. A terceira parte assume um caráter questionador sobre as demandas e intervenções, considerandoque já existe uma definição de suas funções e que primeiramente precisa de recursosprofissionais para reconhecê-las e depois para intervir adequadamente.

 

 

TEMA: O atendimento das demandas de projetos formadores ético-políticos pelo CRP 14-MS

  • Agenda: dia 21/11, às 10h30, na Sala 406
  • Coordenadora: Norma Celiane Cosmo
  • Autor 1: Beatriz Xavier Flandoli – “O Compromisso com a dimensão ético-política no mundo do trabalho”
  • Autor 2: Irma Macário – “Psicologia e Formação Profissional: as deliberações do Congresso Nacional da Psicologia com vistas à formação articulada com a Ética e a Cidadania”
  • Autor 3: Norma Celiane Cosmo – “Psicologia e as Questões Raciais – Um Estudo da Produção Apresentada no Primeiro Encontro De Psicologia e os Povos Indígenas”

Resumo: A atual gestão do CRP 14/MS tem buscado atender as várias temáticas elencadas no VII CNP, dentre as quais aquelas que abarcam a formação profissional, face às transformações no mundo do trabalho e com elas o avanço dos processos de exclusão; as que pensam nas diversas práticas profissionais, das tradicionais às que emergiram nas últimas décadas demandadas pelas necessidades sociais e aquelas diretamente ligadas à expansão da Psicologia nos diversos espaços da presença humana. Sabendo a importância do papel político que o exercício da profissão implica, dentre as temáticas destacadas nessa gestão acha-se imprescindível o apoio às entidades profissionais com vistas à organização estrutural da Psicologia; avançar no diálogo com o sindicato, associações e setores correlatos.

Outra meta da gestão é contemplar áreas de atuação tais como a psicologia organizacional e do trabalho, apoiando ações como o evento preparatório e o Congresso Brasileiro de Psicologia Organizacional e do Trabalho, e propondo atividades em parceria com a FUNSAT, com vistas a discutir junto a profissionais de RH as especificidades demandadas pelas pessoas com deficiência no mundo do trabalho. Referente à Psicologia e os direitos humanos pretende-se apresentar elementos peculiares às populações indígenas, evidenciadas no I Encontro Nacional de Psicologia e os Povos Indígenas, tais como as demandas apresentadas pela população indígena, questões relativas a terra, a preservação da cultura, a língua, às questões de gênero, o acesso aos bens e serviços públicos, dentre outras relevantes estudadas pelos pesquisadores da Psicologia e de outras áreas de conhecimento afetos à temática.

 

 

TEMA: Políticas Públicas e a psicologia: novos espaços, novos desafios.

  • Agenda: dia 21/11, às 14 horas, na Sala 404
  • Coordenadora: Zaira de Andrade Lopes
  • Autor 1: Zaira de Andrade Lopes – “A Formação em Psicologia e as Políticas Públicas”
  • Autor 2: Sueli Martins Viçoso do Amaral – “A Psicologia nos CRAS e CREAS: demandas da população e do serviço”
  • Autor 3: Keila de Oliveira Antônio – “As contribuições do CREPOP na atuação e formação das/os profissionais de Psicologia do Mato Grosso do Sul.”

Resumo: A área das políticas públicas vem se apresentando cada vez mais como um espaço da práxis para a psicologia. Tanto na Saúde Pública, quanto, na Assistência Social, a partir da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), que dispõe acerca da Política Nacional de Assistência Social (PNAS), abre-se um leque de necessidades de outros saberes e fazeres. Nesse sentido é fundamental pensar quais práticas e conhecimentos necessários para psicólogas/os desenvolver ações que promovam o acesso da população às políticas conquistadas pela sociedade e que provoquem a transformação social? Como a universidade desenvolve a formação de futuros(as) profissionais? Como o serviço tem recebido tais profissionais? Como a psicologia tem organizado os saberes e as trocas de experiências no campo das ações e intervenções na área das políticas públicas.

Com esses questionamentos e os novos espaços que se apresentam para a psicologia esta mesa tem como objetivo promover o debate acerca da inserção da psicologia na Assistência Social e dos desafios e possibilidades do psicólogo na consolidação da PNAS e da afirmação do/a cidadão/ã enquanto sujeito de direitos. Metodologicamente pretende apresentar três eixos de discussões: 1) o trabalho desenvolvido na academia no processo de formação por meio das disciplinas que envolvem as políticas de assistência e seguridade social, bem como da saúde pública; 2) As ações desenvolvidas pelas instituições públicas vinculadas aos CRAS e CREAS, e 3) as pesquisas desenvolvidas pelo CREPOP que analisam o trabalho da psicologia nas políticas públicas e apontam eixos de organização e atuação.

A discussão parte da perspectiva de que a política pública de seguridade social visa a construção de alternativas que permitam minimizar as desigualdades sociais, por meio da implantação de ações que atendam diretamente a população que se encontra à margem da sociedade, em situação de vulnerabilidade e risco social, proporcionando a estes sujeitos, autonomia, dignidade e principalmente, caracterizá-los como sujeitos de direitos e deveres. No Sistema Único da Assistência Social/SUAS, organizado pelo PNAS, é possível estabelecer critérios para o atendimento das populações, bem como, assegurar que todas as ações sejam garantidas legalmente e, todos os serviços prestados à população, sejam padronizados e fiscalizados para que atendam a demanda reprimida de forma igualitária e com qualidade.

 

 

CONVERSANDO SOBRE

 

TEMA: A inserção social do idoso através de grupos.

  • Agenda: dia 21/11, às 14 horas, na Sala 604
  • Apresentação: Irma Macário
  • Autores: Irma Macário – Universidade Anhanguera Uniderp; Charlene Duarte Mareto Torres – Universidade Anhanguera Uniderp; Tamires Marques Gomes – Universidade Anhanguera Uniderp; Sofia Rodrigues da Silva – Universidade Anhanguera Uniderp

Resumo: Com o aumento da expectativa de vida da população, ocorreu um aumento do numero de idosos tanto no Brasil quanto no mundo, e com isso, tornou-se um desafio para as políticas publicas de atenção integral a população idosa. Com o objetivo de resgatar e valorizar o papel do idoso, a Fundação Manoel de Barros da Universidade Anhanguera Uniderp criou o projeto Ativa Idade, com o intuito de desenvolver atividades que contribuam no desenvolvimento da autonomia e da sociabilidade, no fortalecimento dos vínculos familiares, do convívio comunitário e na prevenção de situações de risco social, considerando ainda que a vivência em grupo, as experimentações artísticas, culturais e de lazer e a valorização das experiências vividas constituem formas privilegiadas de expressão, interação e proteção social. Após avaliação médica para diagnosticar a aptidão para o desenvolvimento de atividades, os idosos participam de quatro encontros semanais com atividades de dança, informática, e também de atividades complementares, nas áreas de nutrição, odontologia, fisioterapia, psicologia, estética, educação física, além de orientação financeira, sobre os direitos do idoso, os direitos sociais e atividades empreendedoras junto a incubadora tecnológica da Universidade. O curso de Psicologia desenvolve atividades em atenção à Saúde Mental do Idoso na Família e Comunidade, promovendo o bem estar nos relacionamentos, bem como o desenvolvimento da auto-estima com a discussão de temas como  estresse, comunicação, memória e outros.

 

 

TEMA: Atuação Profissional – Políticas e práticas de Orientação e Fiscalização

  • Agenda: dia 20/11, às 14 horas, na Sala 603
  • Apresentação: Cláudia dos Santos Cruz – CRP12/SC
  • Autores: Catarine Queiroz Soares Quintas de Aquino Fonseca – CRP 02/PE; Anita Castro Menezes Xavier – CRP 08/PR; Fernando Faleiros de Oliveira – CRP14/MS

Resumo: Considerando o disposto na Lei 5.766/71, bem como a obrigatoriedade regimental da constituição da Comissão de Orientação e Fiscalização em todos os Conselhos Regionais de Psicologia, dada função precípua dos Conselhos de orientar, fiscalizar e disciplinar a profissão, os CRPs buscam implementar ações para com as/os psicólogas/os no sentido de consolidar práticas, informar e esclarecer ao público, pelos meios que julgarem convenientes, quanto às atividades profissionais dos psicólogos, sua competência e limitações legais, de acordo com as leis que regulamentam a profissão, assim como legislações próprias da Psicologia. Às COFs cabe coordenar e executar, em sua jurisdição, as atividades de orientação e fiscalização profissional da Autarquia e assistir ao Plenário do Regional nos assuntos de sua competência; assegurando o cumprimento da lei, decretos e resoluções que regulamentam o exercício da profissão de psicóloga (o), garantindo, no resguardo do direito da população, que os serviços psicológicos prestados estejam dentro dos preceitos técnicos e éticos da profissão. Neste sentido os CRPs inscritos nesse trabalho apresentarão os principais questionamentos apontados pela categoria quanto à práxis profissional, bem como as diretrizes de atuação e resposta as mesmas, demonstrando as uniformidades e particularidades de cada uma das áreas de jurisdição quanto ao fazer do psicólogo.

 

TEMA: Psicologia Jurídica e Organização Profissional

  • Agenda: dia 22/11, às 14 horas, na Sala 601
  • Apresentação: Mônica Renata Dantas Mendonça
  • Autores: Mônica Renata Dantas Mendonça – CRP 14/MS; Simone Grisolia Monteiro – CRP 14/MS; Fernando Faleiros de Oliveira – CRP 14/MS

Resumo: Dada a função precípua dos Conselhos de orientar, fiscalizar e disciplinar a profissão, os CRPs planejam ações no sentido de consolidar práticas e esclarecer ao público, questões ligadas às atividades da Psicologia, de acordo com as leis regulamentadoras e legislações próprias da Psicologia. Nesse sentido o CRP 14/MS instituiu a Comissão de Psicologia Jurídica (CPJ) que objetiva discutir com a categoria temáticas que contemplem a diversidade de atuação da/o psicóloga/o em interface com a Justiça, abordando os vários campos de inserção desta/e profissional, e discussões sobre o abolicionismo penal, o lugar do perito na avaliação psicológica, escuta de crianças e adolescentes em situação de violência, entre outras. Assim, é premente a importância de se fomentar debates sobre a atuação e regulamentação da Psicologia Jurídica, e também discutir e dar visibilidade às práticas desenvolvidas por psicólogas/os que atuam nesta área, além de aproximar esses/as profissionais, edificando a Psicologia enquanto ciência e profissão. Considerando ainda as diretrizes apontadas no VIII CNP, COREP MS, e plataforma da Gestão (2013-2016) do CRP 14/MS, serão apresentadas as propostas de atuação da CPJ, com vistas a discutir a interlocução das áreas de atuação, conhecer as práticas de acadêmicos/as, estagiários/as e psicólogas/os jurídicos e refletir sobre o cenário atual da Psicologia Jurídica, considerando também a interface dessa atuação com as temáticas de orientação e fiscalização e respectiva atuação conjunta com a COF, no intento de garantir, o resguardo do direito da população, que os serviços psicológicos prestados estejam dentro dos preceitos técnicos e éticos da profissão.