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Foto: Subsecretaria LGBT MS

Psicologia e o papel com a população LGBTQIA+

No último 31 de maio, psicólogas(os) se reuniram para debater os “60 anos da Psicologia no Brasil e a população LGBTQIA+”, num encontro presencial e online inclusivo e representativo.

O evento foi realizado pela Comissão de Gênero e Diversidade Sexual em parceria com o Grupo de Trabalho de 60 anos da Psicologia e Subsecretaria de Políticas Públicas LGBT+.

No palco, profissionais que representam a luta, como o psicólogo e coordenador da Comissão de Gênero e Diversidade do CRP14/MS, João Vilela, homem trans.

O encontro abordou os 60 anos da profissão e dos erros do passado, quando eram feitas terapias de reversão e a população LGBTQIA+ era enclausurada. “Quando a psicologia passou a ver como uma condição humana, da forma que é, começou a tratar a angústia, a pressão social e não como uma possível cura”, disse João.

Para ele, o encontro foi importante para dar visibilidade ao tema e também de responsabilizar as(os) psicólogas(os) para o papel de apoiar, incentivar e auxiliar a população LGBTQIA+.

“A psicologia hoje salva muitas pessoas LGBT, pois diante de uma sociedade muito preconceituosa, opressiva, a profissão vem pra dar um acalento, pra abraçar essas pessoas. A psicologia vem para libertar”, destaca.

Alem dele, participaram Jamille Duailibi – mulher bissexual, acadêmica de psicologia, estagiária do CREPOP do CRP 14/MS. “Foi importante debater a atuação da psicologia nos 60 anos de história e entender com profundidade o momento atual e assim poder pensar em possibilidades futuras para a população LGBTQIA+, além de avaliar que tipo de psicólogos estamos formando hoje em dia
Também pude falar um pouco sobre a invisibilidade da população bissexual e isso também é importante”, disse.

Jonatan Espindola, homem gay e Coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas – Centro Estadual de Cidadania LGBT+ de MS também participou e chamou a atenção para a representatividade do encontro.

Estiveram presentes 13 pessoas e 39 online, hoje estamos com 118 visualizações no YouTube. Confira o debate no link: https://youtu.be/HpOYWHMtPI4